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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Salada de couscous: Pollan, Oliver e um turbilhão de sabores, ideias e reflexões!

Muito boa noite Sossegados! 
E aí, tudo bem? 

Essas últimas semanas foram apuradíssimas! Firmamos algumas parcerias e estamos trabalhando a todo vapor, e como nossa jornada ainda é dupla, infelizmente não conseguimos postar sempre que queremos! 
Enfim, o importante é que pelo menos uma "vezinha" na semana damos aquele jeito esperto de produzir um conteúdo bacana para compartilhar com vocês! 

No trajeto do trabalho e no pouco tempo que me sobra no horário de almoço, procuro me ocupar da leitura, e minha última aquisição foi o livro "Comida: uma história natural da transformação", do americano Michael Pollan (o meu comprei via internet pelo site da Americanas - não é jabá - o lugar mais em conta que encontrei!).
Autor de alguns best-sellers em se tratando de alimentação, hábitos alimentares e outras reflexões que relacionam o ser o humano e a comida, Pollan tem feito minha cabeça trabalhar turbinada quase que as 24 horas do dia,  pois a quantidade de informação que ele transmite é absurda. 
Uma das passagens interessantes do livro é a abordagem que ele faz a respeito da relação do homem (no sentido de ser humano, tá gente? ) com o ato de cozinhar: que segundo as hipóteses e teorias dos antropólogos que seguem esse raciocínio - passar a preparar nossa comida permitiu que nosso estômago diminuísse e nosso cérebro crescesse, afinal a comida cozida é mais fácil de se digerir que a comida crua. 
Tanto é fato o feito, que os outros animais passam mais tempo digerindo os alimentos crus, e possuem estômagos maiores (e até mais de um estômago), necessários para processar os nutrientes. 
Aliado a isso, o autor faz uma análise crítica sensacional acerca dos rumos que tomam a produção de alimentos em larga escala e a industrialização/mecanização da nossa alimentação, transferindo esse processo natural a terceiros. 
É claro que não se pode negar a praticidade de se chegar em casa, abrir seu freezer e encontrar lá algo " duvidosamente apetitoso" que sacie nossa fome, porém, essa comida cheia de aditivos artificiais, além de deturpar nossa sensação de paladar causa sérios danos a nossa saúde, sem contar nos danos causados a nossa sociabilidade: comer sozinho um subproduto industrializado congelado, extremamente salgado de uma empresa "S" qualquer, não tem o mesmo prazer que transformar  ingredientes diversos em um prato saboroso, cheio de aromas e de histórias, para compartilhar com as pessoas que amamos. 
Então só para pensarmos um pouco, fecho  esta reflexão com o trecho abaixo: 
"Existe atividade menos egoísta, trabalho menos alienado, tempo menos desperdiçado do que aquele gasto preparando algo delicioso e nutritivo para quem você ama?" (POLLAN, 2014 p.30)
__________________________

Engatando no rumo da prosa, falando em cozinhar para quem a gente ama, ontem fiz um prato baseado na receita "Chef Britânico que não gosta de brigadeiro" (brincadeirinha Jamie, amo você), extraída de um livro que adquiri durante um dos meus garimpos pelos sebos da cidade. 
Em "Jamie Oliver - O Chef sem mistérios", ele traz receitas diversas e dicas do que você deve ter na cozinha, como comprar vegetais, o que combina com o que, etecétera e tal. 
Muito válido, mas é preciso se ater a algumas diferenças culturais e adaptar os ingredientes que são mais difíceis de se encontrar por aqui! 
Escolhi o couscous marroquino porque acompanhei alguns programas do queridinho e fiquei curiosa! A textura desse ingrediente é diferente do cuzcuz paulista da Ofélia Anunciato que já publiquei aqui. Segundo Oliver: 
"O couscous vem da África do Norte e é processado a partir da semolina (*). Depois é seco e enrolado em pequenas bolinhas. Ele existe há uma centena de anos. Você pode utilizá-lo da mesma maneira que o arroz- para absorver molhos, ou como uma salada, ou talvez, de um modo mais clássico, acompanhando um cordeiro guisado picante ao estilo marroquino." (OLIVER, 2008 p. 179)
Bem, aqui em Jaraguá do Sul, o couscous marroquino não é tão barato como ele sugere em outra parte do texto e nem tão fácil de encontrar, mas comprei uma caixinha em uma casa de produtos naturais - Cia da Saúde - ao preço de R$ 6.80 / 500g. 
O que me levou a preparar o dito cujo? 
Bem, foi um misto de provar algo diferente, utilizar os ingredientes que tinha em casa e o mais óbvio de todos, cozinhar para quem eu amo: ultimamente o "Marceloves" anda "numas" de consumir mais saladas e dar um tempo nas massas e risotos - pelo menos durante a semana - e assim assim, estou procurando opções mais leves para nós. 
Nesse cenário, escolhi a receita da salada de couscous, adaptando claro, ao que eu tinha disponível na despensa, na geladeira e no bolso! 
Originalmente a receita do Jamie Oliver leva, entre outros ingredientes, 2 pimentões vermelhos, 1 pimenta chilli média fresca e vinagre de vinho tinto. Como o preço do pimentão está "pela hora da morte",  troquei por brócolis em ramo. A pimenta fresca substituí por uma pimentinha biquinho em conserva que eu mesma fiz e já estava curtindo havia umas duas semanas, e o vinagre de vinho eu também não tinha, então preferi utilizar um balsâmico cremoso - que dá um sabor levemente adocicado - na hora de servir.
Ele também pede um punhado de ervas frescas e o mais próximo que eu dispunha era salsinha (!). Então aproveitei as folhas do salsão que passei na centrífuga (outro dia falo sobre esse acessório para vocês) e estavam perfeitas, acondicionadas em um recipiente fechado sob refrigeração. 
O resultado ficou muito bom e compartilho com vocês aqui a minha versão! 
Acompanha lá!




Salada de Couscous do Sossega
(adaptada de Jamie Oliver - O Chef sem mistérios, p. 180)

 Ingredientes: 

250g de couscous
2 colheres de sopa de suco de limão
5 colheres de sopa de azeite de oliva
1 colher de chá rasa de sal
1 colher de chá rasa de pimenta do reino moída na hora
285ml de água fria
1 maço de brócolis em rama
1 cebola roxa média picada bem pequena
1 pimenta fresca picada e sem sementes (este ingrediente é opcional, eu utilizei duas colheres de sopa da pimenta biquinho que já estava curtida há duas semanas)
2 tomates sem pele e sem sementes picados
folhas de salsão a gosto (utilizei aproximadamente uma xícara de chá bem cheia)
1/2 xícara de salsinha picada (e mais outra erva fresca que você tiver como manjericão ou coentro)
1 colher de sopa de uva passa preta
1 colher de sopa de uva passa branca
Azeite para temperar
Sal e pimenta a gosto para temperar no final (utilizei sal grosso moído na hora)
Aceto balsâmico cremoso para finalizar (isso é bem particular, vai do seu gosto)


Modo de preparo: 

- Faça um molho com as 2 colheres de sopa de suco de limão, as 5 colheres de azeite, 1 colher de chá rasa de sal, 1 colher de chá rasa de pimenta e os 285ml de água e mergulhe o couscous nessa mistura por aproximadamente 15 minutos. 
- Enquanto isso, cozinhe o brócolis no vapor (eu utilizei somente a parte das flores e guardei os talinhos no congelador para utilizar em um outro preparo).
- Acomode em um recipiente grande o brócolis, a cebola, a pimenta, os tomates e as passas. Acrescente o couscous e misture bem.
-Em seguida acrescente as folhas de salsão, as ervas frescas e prove o sal. 
- Tempere com azeite, pimenta e mais sal (se necessário).


Observações: 

- Sirva com aceto balsâmico cremoso (Di Modena), como prato principal, acompanhado de pão sírio ou com um peito de frango grelhado.
- Rende 4 porções generosas e fica ótimo se consumido no dia seguinte! 
- As folhas do salsão, que normalmente desperdiçamos são muito saborosas e conferem um certo frescor às saladas, então, aproveite! 
- Você pode trocar os ingredientes, mas aconselho manter a cebola, a pimenta fresca e o molho de limão, azeite e água para hidratar o couscous! 

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Gostou da ideia? Então testa e depois conta pra gente! 
Abraços carinhosos e uma ótima sexta feira!



Referências Bibliográficas:
OLIVER, Jamie. O chef sem mistérios / Jamie Oliver. São Paulo: Globo, 2008.
POLLAN, Michael. Cozinhar: uma história natural da transformação. Rio de Janeiro: Intríseca, 2014.


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Panela de pressão, carne e cerveja preta: Bom pra solteiro!

Salve salve, sossegados!

Essa semana abrimos o blog do Sossega com uma receita que vai fazer a cabeça de muita gente que não sabe cozinhar e que não gosta de perder muito tempo na cozinha: A Carne de Preguiçosa na cerveja, que já apareceu no Caderno Gourmet do Jornal Folha SC de abril.
Muito prática, barata e rápida, executar essa delícia só tem um porém: você precisa de uma panela de pressão!
Senti um clima de suspense e um frio da barriga de muita gente aí do outro lado da tela, mas acredito que o medo da tão famigerada panela, muitas vezes vem alimentado por mitos e lendas, que assim como as receitas, são passados de geração em geração!
Percebo que  tudo isso é um grande mal entendido e preconceito com um utensílio que considero imprescindível e altamente recomendável aos solteiros de plantão!
Logo que mudei de cidade e vim morar sozinha aqui em Jaraguá do Sul, um dos primeiro itens que ganhei de presente da minha mãe foi uma panela de pressão da marca "Clock" de 4,5L - que me acompanha até hoje e confesso que foi um sufoco, nas primeiras semanas cozinhar sem o auxílio dela! Eram horas cozinhando feijão, ervilhas, grão de bico... 
Extremamente útil, essa "ferramenta" já foi sim muito perigosa, mas hoje muita coisa mudou e podemos encontrar diversos modelos no mercado com inúmeros dispositivos de segurança: basta seguir as instruções que acompanham a embalagem da marca que você escolher e fazer sempre a limpeza e manutenção correta que não tem erro, sua parceira de cozinha sobreviverá por anos sem causar acidentes.
O ideal é que se troque a borracha a cada ano e é importante que se compre o modelo correto da borracha, pois cada tipo de tampa tem um encaixe; portanto nada de comprar as borrachinhas genéricas! 
 Na dúvida aconselho levar suas panelas em um local que faça a manutenção das mesmas, como "Hospitais de Panelas", onde você pode trocar válvulas, cabos, tampas, borrachas de vedações e outros equipamentos pertinentes não somente a panela de pressão mas a qualquer outra panela... e por favor, por amor a vida não permita que seu vizinho coloque um parafuso na válvula de segurança dizendo que "assim também funciona".
Outra dica útil é nunca ultrapassar a medida de "três dedos" abaixo da tampa, pois deverá sempre sobrar um espaço para o vapor circular, e se caso você a coloque no fogo e não fizer pressão na válvula, desligue-a imediatamente pois a mesma pode estar entupida e precisa ser desobstruída! Então nada de esquecer a panela no fogo e dar as costas para assistir ao jogo do Brasil, certo? 

Abaixo selecionei algumas imagens de panelas de pressão de diversos modelos - e preços que variam de R$ 70,00 a R$ 1.500,00 (sim, tudo isso por uma panela fantástica e linda... é o poder do "design", da tecnologia, da função e do marketing - mas sobre isso falaremos outro dia, ok?) que podem te auxiliar em sua aquisição! 

Fonte: magazineluiza.com e buscape.com




Bem, já ficou claro que sou total adepta de uma "pressãozinha" na cozinha e acredito que é um investimento válido! Para quem é solteiro uma panela pequena, de 4,5L é mais que suficiente e nela vocês podem executar inúmeras receitas que vão muito além do feijão e da sopa. 
Pode-se fazer carne de panela, churrasco de panela de pressão, pudins, doces, massas e uma infinidade de aromas e sabores invadirão sua casa... 
Se você ainda ficou com medo e com dúvidas, pode consultar nesses links aqui, aqui e aqui, pois foi onde busquei informações, algumas até eu mesma desconhecia, e foi bem interessante aprender!


E agora, bora lá anotar a receita? 

Antes de mais nada vou esclarecer que vocês encontrarão duas opções: a receita original, que contém caldo industrializado e molho pronto, aditivos que hoje eu desaprovo e evito ao máximo - mas quem não tem muita intimidade com a culinária e muito menos dispõe de tempo, vale lançar mão até ampliar o seu,  vamos dizer, "repertório aromático-gustativo-apaixonante"! 
Mas quem quiser se arriscar já, vale a receita modificada do Sossega que é ligeiramente mais trabalhosa, mas fica triplamente mais saborosa e dispensa os caldinhos e molhos industrializados! 
Ah e a cerveja... bem, aos poucos vamos descobrindo que quase tudo o que envolve cerveja, vinho e cachaça no cozimento fica macio e derrete na boca - aliás é uma boa pedida pra assistir ao jogo da Seleção no domingo com a casa cheia de amigos, não acham? 
Confere aí! 




Carne de Preguiçosa na Cerveja Preta

Receita Original:

Ingredientes:

- 1kg de posta vermelha
- 1 long neck de cerveja preta
- 1 lata de massa de tomate
- 1 cubo de caldo de carne.

Modo de preparo:

- Colocar a carne picada em cubos e demais ingredientes em uma panela de pressão, fechar e levar ao fogo até chiar. Contar 30 minutos e desligar o fogo; deixar a pressão sair naturalmente e servir.


Receita Modificada pelo Sossega Ofélia:

Ingredientes:

- 1 kg de posta vermelha ou coxão duro
- 1 long neck de cerveja preta
- 4 tomates
- 250ml de água (meio copo americano)
- 1 cebola média
- 3 dentes de alho
- Coentro desidratado a gosto
- Páprica picante a gosto
- 1 colher de sopa rasa de sal
- 2 colheres de sopa de azeite de oliva (aproximadamente)

Modo de preparo:

- Descascar e picar a cebola em cubos bem pequenos e reservar.
- Colocar os tomates de molho na água quente por alguns minutos até soltar a pele. Depois basta retirar a pele, cortar os tomates ao meio, retirar a sementes e reservar.
- Descascar e cortar os dentes de alho ao meio, retirando o gérmen (miolo). Depois picar em cubinhos pequenos e esmagar rapidamente com um garfo. Reservar.
- Cortar a carne em cubos grandes, retirando as capinhas de gordura possíveis.
- Em uma panela de pressão, aquecer o azeite (sem queimar) e colocar a cebola para dourar. Quando já estiver quase transparente, acrescentar o alho e deixar dourar por mais alguns minutos. O alho não deve torrar.
- Quando a cebola e o alho estiverem dourados, acrescentar o sal, o coentro e a páprica picante e deixar fritar por alguns segundos para que solte o aroma. Em seguida acrescente a carne e deixe selar (fritar por fora). Mexa a carne com cuidado se necessário para que sele em todos os lados.
- Enquanto a carne sela, bata o tomate e a água no liquidificador. A consistência será de um molho bem fluído. Após bater, verificar se a carne já está selada e acrescentar este “molho” e a cerveja preta na panela.
- Tampar a panela e deixar cozinhar no fogo médio até pegar pressão. Quando a panela “chiar”, conte 25 minutos e desligue. Deixe a pressão sair normalmente, abra e prove o sal. Se necessário, acrescente mais sal e deixe cozer por mais alguns minutos com a tampa aberta para evaporar um pouco a água e o molho ganhar corpo.
- Esse processo não é obrigatório, é apenas uma finalização e fica a gosto do cozinheiro.

Observações:

- O coentro pode ser substituído pela salsinha fresca.
- Cuidado ao colocar coentro, ele é aromático e pungente.
- Não recomendo acrescentar mais sal, mas como mencionei, fica a gosto do cozinheiro.
- Essa carne leva cerca de uma hora para ficar pronta, e essa receita serve bem 4 pessoas, acompanhada com arroz e salada verde. 

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Abraço grande e boa degustação!! 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Delícias de Inverno: Sopa cremosa de lentilha com linguiça calabresa!

Boa noite Sossegados! 

E aqui vamos nós com mais uma esfriada básica e uma nova sopa de cair o queixo! 
A lentilha é uma leguminosa extremamente nutritiva com tantas ou mais propriedades que o feijão - porém mais leve na digestão. 
Eu particularmente sou fã da lentilha e faço diversos pratos com ela, como a Mjadra, que vocês já acompanharam aqui. Vai bem com vegetais, com embutidos, em saladas e até mesmo com carnes. 
A tradição de se comer lentilha no final do ano é bem comum no Brasil, mas essa tradição pode ter sido implementada pelos imigrantes italianos e há também quem faça menção a Bíblia, em Gênesis 29:34, em que Esaú, filho de Isaac e irmão de Jacó, troca seus direitos de filho mais velho por um prato de lentilhas - e após isso ele se torna um homem rico!
Enfim, como tudo aqui é cheio de história e herança familiar, executei essa receita porque esses dias, logo que começou a esfriar, minha mãe comentou via facebook que preparava uma deliciosa sopa de lentilhas e me encaminhou a receita. 
Passaram-se alguns dias, fui comprar alguns utensílios de cozinha para o evento da semana passada e me encantei com a última "cumbuca" de sopa que encontrei perdida na loja e irresistivelmente levei a dita cuja pensando em estreá-la com a sopa de lentilhas da minha mãe!
Como sempre, adaptei algumas coisas porque prefiro essas sopas mais cremosas e mais encorpadas e a receita original é um pouco mais aguada. Obviamente modifiquei um pouco para ficar com o aspecto desejado, mas neste ponto, uma das vantagens da lentilha é que se for bem cozida ela se desmancha e forma um caldo grosso, então não foi preciso acrescentar praticamente nada, apenas alterar o tempo de cozimento do grão. 
Esse fator deixou a sopa mais consistente, sendo possível inclusive substituir o feijão e servir com arroz em uma refeição - o que fiz no dia seguinte, ao preparar minha "marmita"!

Vamos lá?  




Sopa cremosa de Lentilhas com Linguiça Calabresa

Ingredientes: 

400g de lentilha lavada e escolhida
Água (aproximadamente 1,5 l)
1 linguiça calabresa
1 cebola pequena picada
2 dentes de alho sem o talo central picados e amassados
Sal a gosto
Cebolinha e salsinha a gosto
Pimenta biquinho e pimenta fresca a gosto
Azeite de oliva

Modo de Preparo: 

- Coloque as lentilhas de molho em água (o suficiente para cobrir os grãos) por 40 minutos. Escorra, e em seguida coloque-as em uma panela de pressão e cubra com o equivalente ao dobro do volume da sua quantidade de água;
- Leve a panela ao fogo e quando começar a chiar conte 20 minutos e desligue. Deixe sair a pressão normalmente e abra a panela. Separe uma concha da lentilha, coloque-a em um prato e esmague com um garfo. Devolva a lentilha esmagada à panela e coloque-a em fogo baixo;
- Em uma frigideira doure a cebola picada até ficar transparente e em seguida acrescente o alho. Quando estiverem dourados, acrescente-os à panela com as lentilhas;
- Mantendo sempre o fogo baixo, tire a pele da linguiça calabresa e corte-a em rodelas não muito finas. Coloque-as na panela com as lentilhas e deixe ferver bem ate engrossar; 
- Prove o sal, se necessário acrescente um pouco com cuidado - os embutidos já possuem bastante sal - e deixe ferver mais uns minutos, mexendo de vez em quando para incorporar. 
- Sirva com torradas ou com pão, queijo parmesão, pimenta e cheiro verde.

Observações: 

- A Lentilha ganha "corpo" e vai engrossando sozinha, por isso fica ótimo para comer com arroz no dia seguinte substituindo o feijão. Não precisa utilizar amido de milho (maisena), farinha, manteiga ou qualquer outra coisa para engrossar o caldo.
- É uma excelente opção para quem leva marmita no almoço além de muito fácil e simples de fazer!
- Se você tiver medo da panela de pressão, pode cozinhar a lentilha em uma panela comum pois ela não é muito dura, porém seu caldo não ficará tão espesso, então será necessário mais tempo de fogo. Mantenha sempre o fogo baixo nesta situação! 
- Se você quiser ainda mais praticidade, pode comprar cebola e alho desidratados ou em pó a granel em lojas de produtos naturais e substituir. Se optar pelo "pó", não precisa dourar, acrescente-os direto na panela com a lentilha cozida. 
- Rende 4 porções generosas. 

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Agora é só colocar em prática e testar! 
Não esquece de contar pra gente depois! 

Um grande abraço sossegado!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Muffin: O bolinho matinal que combina com o inverno!

Salve salve, sossegados!

Esfriou não é mesmo? E nesse friozinho, aposto que você levanta da cama em cima da hora e mal tem tempo para um café da manhã de qualidade, acertei? 
Levamos uma vida corrida e saímos em disparada para o trabalho com uma xícara de café preto amanhecido que esquentamos no microondas, desesperados para não perder o ônibus ou para não pegar um belo engarrafamento. Contamos os dias, as horas e os minutos para chegar o fim de semana, poder dormir até mais tarde, curtir as cobertas sem muito compromisso, com uma vontade enorme de levantar somente ao meio dia.. mas eis que abrimos os olhos naturalmente, e surpresos, conferimos as horas: São inacreditáveis oito da manhã! 
É, não se apavore! com todo mundo é assim, é a força da rotina! 
Mas que tal aproveitar esse momento, já que você não está mais com sono, e fazer um bolinho rápido e simples para degustar um saboroso café da manhã? De quebra, você pode deixar bolinhos prontos para o café da tarde, ou ainda, embaladinhos para comer durante a semana, afinal, acondicionando corretamente, eles duram por alguns dias e permanecem saborosos. 
A receita base é a do muffin de chocolate granulado que você pode acessar neste link aqui, mas para essa proposta, ela foi modificada e traz na composição a farinha de trigo integral, o açúcar mascavo e as frutinhas secas. 
Essa coisa de trocar os ingredientes aprendi com minha mãe, e ela sempre traz umas ideias novas e mais saudáveis para eu testar, se bem que na verdade, o muffin é mesmo um bolinho matinal e originalmente leva ingredientes saudáveis em suas receitas. 
Em nossa versão, ele fica escuro por conta do açúcar mascavo e bem menos doce que a receita base, além de você poder decorar com geleia de frutas naturais diversas, mel, melado e mais o que a sua criatividade permitir. 
Já adianto que é muito fácil de preparar e fica pronta em no máximo uma hora! 
Vamos lá? 




Muffin Saudável do Sossega


Ingredientes:

- 1 xícaras de farinha de trigo
- 1 xícara de farinha de trigo integral
- 1 colher de sopa de fermento químico (pó)
- ¾ xícara de açúcar mascavo ou demerara
- ½ colher de café de sal
- 1 ovo
- 4 colheres de sopa de óleo
- 1 xícara de leite de vaca
- 1 xícara rasa frutas secas (faça um mix de sua preferência, como de uvas passas brancas e pretas, tâmaras picadas, ameixa preta picada, gojiberry, figo turco, damasco picado, etc)


Modo de preparo:

- Pré aqueça o forno a 180° e organize as forminhas em uma assadeira.
- Em uma vasilha peneirar e misturar rapidamente todos os ingredientes sólidos (exceto as frutas): a farinha, a farinha integral, o fermento, o açúcar e o sal. Reservar.
- Em outro recipiente, misturar (com auxílio de um fouet ou batedor) rapidamente os ingredientes líquidos: o ovo (peneirado para retirar a membrana), o óleo e o leite. Reservar.
- Abrir um buraco com no centro da mistura seca e despejar a mistura líquida, misturando todos os ingredientes com auxílio de um “pão duro”, colher de pau ou fouet. Quando estiver homogêneo (não precisa ficar uma massa lisa e mole, basta homogeneizar, por isso não se deve usar batedeira), acrescentar as frutinhas e misturar.
- Despejar o conteúdo nas forminhas e levar ao forno a 200° por cerca de 30 minutos. As forminhas de papel devem ser colocadas dentro das formas pequenas de alumínio ou de silicone e a quantidade de massa deve chegar até a metade da forminha base (silicone ou alumínio), pois cresce bastante e derrama para fora da forma.
- Retirar do forno quando estiverem corados e bem redondinhos.
- Rende cerca de 10 bolinhos por receita.


Finalização:

- Desenforme os muffins com a forminha de papel
- Despeje um mel, melado ou geleia por cima dos muffins e decore com frutas secas e açúcar mascavo. 

Observações: 
- Você pode comer morno ou frio, fica uma delícia de qualquer jeito! 
- Guarde os muffins que você não for consumir embrulhados em filme plástico, pois assi meles conservam a umidade e ficam gostosos para comer em outra ocasião! 



E aí, ficaram com vontade? 
Na primeira foto utilizamos um mix de uva passa preta, ameixa preta, tâmaras, figo turco, pêssego desidratado e abacaxi desidratado. Decoramos com geleia de morango, açúcar mascavo e uvas passas pretas. Na segunda a combinação foi: damasco, tâmara e uvas passas brancas e pretas, decorado com mel e gojiberry. 
Faça a sua versão e conta pra gente? 
Fica uma delícia se degustado com café preto fresquinho e bem forte! 

Um abraço carinhoso! 

terça-feira, 27 de maio de 2014

Do boteco para a mesa: Onion Rings, os deliciosos anéis de cebola!

Salve salve sossegados! 

Sei que muita gente é fã do petisco de boteco e sei também que igualmente, muita gente não gosta de cebola, certo? 
É aí que entram os famosos Onion Rings, os Anéis de Cebola, para mudar tudo aquilo que você conhecia a respeito de sabor - e de cebola: Servidos como guarnição de hambúrgueres e outros sanduíches - ou ainda sozinhos, como "tira gosto" para acompanhar "aquela" cervejinha bem gelada, as cebolas preparadas dessa maneira ficam deliciosas, crocantes, quentinhas e nada ardidas, além de conquistarem o coração da criançada que sempre torce o nariz quando dizemos "que sim, tem cebola no prato" !!! 
A primeira vez que executei essa receita foi em uma data aleatória, para agradar o Marcelo, meu companheiro, que andava salivando muito quando lembrava do prato que comia no refeitório de seu antigo emprego. Mesmo não sendo muito fã da fritura - ainda mais preparando em casa, sem o auxílio de uma fritadeira com controle de temperatura - pesquisei várias opções na internet, e achei uma variação muito simples, rápida e fácil de fazer, além de combinar muito conosco.
Apreciadores inveterados de uma boa cerveja, como nós, vão amar a composição, a combinação e textura, que me deixaram surpresa e satisfeita com o feito!   O sabor fica levemente adocicado e é impossível comer uma só, podendo ser acompanhada por molho verde (de maionese com salsinha e cebolinha) e melhor ainda - com o famoso barbecue. 
É uma ótima pedida para receber visitas descontraídas em casa, tanto que a propaganda foi tão positiva, que fui "intimada" a repetir a dose na casa de um casal de amigos que até hoje cobram meu retorno a sua cozinha! 
Vamos à receita? 


Onion Rings - Anéis de Cebola do Sossega





Ingredientes: 

1 xícara de cerveja bem gelada
1 xícara de farinha de trigo
4 cebolas pequenas 
Pimenta do reino ou mix de pimentas moídas a gosto 
Sal a gosto
Farinha de trigo (aproximadamente meia xícara para secar a umidade da cebola)
1/2 litro de óleo, aproximadamente, para fritar
Cebolinha verde fresca, picada a gosto para decorar


Preparo: 

- Em uma vasilha, misture com o auxílio de uma pá ou fouet, a cerveja gelada, a farinha de trigo, a pimenta e o sal até formar uma massa bem homogênea . Cubra com um filme plástico e lve para descansar na geladeira por alguns minutos, enquanto você prepara a cebola;
- Descasque as cebolas e corte em rodelas de aproximadamente 0,5cm. Espalhe as rodelas com cuidado em um pano de prato limpo e seque-as rapidamente para retirar a umidade. Em seguida passe as rodelas na farinha de trigo rapidamente, sempre com muito cuidado para não quebrar os anéis; 
- Aqueça o óleo em uma frigideira alta e passe os anéis de cebola na massa com auxílio de um garfo; quando o óleo estiver bem quente, frite os anéis aos poucos, cuidando para não grudar; 
- Eles douram rápido, então quando estiverem já douradinhos, escorra no papel toalha e coloque-os no recipiente para servir, ainda quente.
- Decore com cebolinha verde e abra aquela sua cervejinha bem gelada para degustar com os amigos! 


Observações: 

- Você pode aproveitar as dicas da semana passada para descascar e cortar as cebolas!
- Para saber se o óleo está na temperatura ideal, quando levar a frigideira ao fogo, coloque um palito de fósforo dentro. Quando este acender, o óleo terá atingido a temperatura ideal. 
- Controle sempre a temperatura do fogo para não queimar o óleo precocemente! 
- Para evitar o cheiro forte de gordura em casa, se você não possuir um depurador, coloque para ferver uma panela sem tampa, com uma solução de três partes de água e uma de vinagre. Isso reduzirá o cheiro de gordura pela casa! 
- Quando fiz a receita, utilizei as cebolas que tinha em casa, mas ficam muito mais bonitas se você utilizar cebolas pequenas como o indicado. 
- É possível comer no dia seguinte - se sobrar, é claro - e para manter a "crocância" basta levá-las ao forno pré aquecido a 200° por alguns minutos!  



Gostou? Então aproveite o clima da Copa, convide os amigos para assistir aos jogos e faça essa delícia! 
Aposto que todos vão pedir BIS! 
E não esquece de contar o resultado para a gente! 

Abraço grande, e até breve! 


P. S.: A receita original está disponível aqui, e as minhas adaptações ficaram no modo de preparo e em alguns ingredientes! 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Feriado com Ofélia Anunciato: Cuscuz Paulista!

Salve salve,  sossegados!

Como esse feriado caiu numa quinta feira, fazendo juz ao nome, neste  dia do trabalhador muita gente deixará o descanso para o final de semana optará pela faxina!
Observei hoje, no retorno do trabalho, que muitas pessoas já começaram a aproveitar o tempinho para cuidar da casa e botar tudo aquilo que procrastinou dias e dias em ordem!
Portanto, nada mais justo que optar por uma receita básica, rápida e nem por isso menos saborosa, concordam? 
Pensando nisso, resolvi unir o útil ao agradável, e como tudo aqui no Sossega leva diversão e um bate papo gostoso na cozinha, vamos compartilhar uma receita prática e saborosa, ótima para um dia em que não podemos perder horas elaborando um prato complicado, mas também não queremos deixar de lado a “boa mesa”! 
E então, surgiu a ideia - que já não era sem tempo - de falar um pouco da Ofélia, aquela que deu nome ao nosso projeto, e mostrar para vocês a nossa adaptação de uma famosa receita da nossa “diva culinarista”.

Ofélia Ramos Anunciato (1924-1998) foi uma cozinheira e culinarista brasileira, escreveu 14 livros contando os segredos da culinária portuguesa, italiana e brasileira. Foi pioneira dos programas culinários na TV desde 1958, e fazia o estilo “descomplicando a cozinha”. Amava cozinhar e era extremamente simpática[1]:

"Na verdade, não há segredos na arte de cozinhar. Se você cozinha gostando de cozinhar, certamente será capaz de fazer um prato saboroso. E se tiver por perto alguém que goste de ensinar a cozinhar, como eu gosto, então não haverá nenhum problema". 

Muitas pessoas da minha faixa etária lembrarão do seu programa, e certamente nossos pais acompanharam por um longo tempo suas receitas e  incorporaram-nas àquelas “queridinhas da família”. 
Eu mesma lembro de ter assistido a alguns episódios da “Maravilhosa Cozinha de Ofélia” no colo da minha mãe, e lembro também, de ela anotar algumas receitas rapidamente para reproduzir para nós mais tarde.
Vale ressaltar que Ofélia era extremamente bem quista pelo seu público, seus colegas de trabalho e equipe,  e por sua família. Pelo programa dela passaram como convidados, nomes importantes da culinária brasileira, e era impressionante, conforme conta Cidinha Santiago (ex-assistente de Ofélia, hoje assistente do Edu Guedes na Rede Record), o quanto ela gostava de cozinhar, além de entender muito de culinária[2].
Para quem é mais novo e não conhece ou nunca ouviu falar da Ofélia, saibam que seu livro “Ofélia, o sabor do Brasil”, publicado em 1997, foi premiado com o Jabuti na categoria Produção Editorial, e já foi considerado um dos 13 livros mais lidos do mundo [3]
Separamos este vídeo abaixo para mostrar só uma pontinha da simpatia da Ofélia, dizendo que é “cozinheira com muita honra”... 
Não era uma fofa?




Bem, e para fechar e amarrar o feriado com um pedacinho dessa história, vou indicar aqui a receita do seu famoso Cuscuz Paulista, que no meu ver é uma receita de fácil execução e muito versátil porque podemos substituir os ingredientes de acordo com o que possuímos em casa – e foi exatamente o que fizemos, de maneira muito “sossegada”!

A receita da Ofélia Anunciato, está disponível aqui, mas a versão do Sossega e o resultado final, vocês podem conferir logo abaixo, ok? 

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Cuscuz Paulista da Ofélia (Versão “Sossegada”)  

Ingredientes:

- 1 xícara de chá de azeite de oliva
- 2 cebolas picadas bem pequenas
- 2 dentes de alho bem picados e amassados
- Metade de um pimentão de cada cor (vermelho, amarelo e verde) picado em cubinhos pequenos
- 1 vidro de palmito em conserva picado e escorrido
- 1 lata de sardinha
- 2 tomates pelados e sem sementes picados
- 1 xícara de chá de farinha de mandioca
- 2 xícaras de chá de farinha de milho (aqui usamos a farinha de milho miúda)
- 2 tomates pelados e sem semente batidos (processados)
- Azeitonas verdes picadas a gosto
- Aproximadamente 250ml de água (ou mais se necessário)
- 2 ovos cozidos
- Cheiro verde, açafrão em pó, páprica picante, pimenta moída e sal a gosto
- Pimentão das 3 cores para decorar
- Pimenta biquinho para decorar

Modo de preparo

- Em uma panela aqueça o azeite em fogo baixo e doure a cebola. Quando estiver quase transparente, acrescente o alho e deixe dourar. Cuide sempre para não queimar o azeite.
- Quando o alho estiver dourado, acrescente o tomate picado até dissolver e em seguida adicione o pimentão e o palmito.
- Despeje o conteúdo da lata de sardinha em um prato e amasse com um garfo. Em seguida acrescente a sardinha amassada na panela com os demais ingredientes. Refogue tudo muito bem e acrescente o tomate batido (processado) e as azeitonas picadas.
- Tempere com sal, açafrão e páprica e deixe cozinhar por alguns 3 minutos.
- Acrescente sem parar de mexer a farinha de mandioca e a farinha de milho. A textura deve ficar próxima a uma pasta grossa. Acrescente água aos poucos para criar uma liga, mas só acrescente o necessário para não desandar. Suba ligeiramente o fogo, sempre mexendo, e quando começar a levantar fervura (bolhas), continue mexendo por mais um ou dois minutos, acrescente o cheiro verde e a pimenta moída.
- Desligue o fogo e coloque o conteúdo da panela em uma forma e acomode bem justo, com auxílio de uma colher de bambu, pão duro ou colher de pau. Fica mais bonito se colocado em uma forma com buraco no meio (forma de pudim, ou de bolo), mas na ausência dela, uma forma alta já resolve.
- Deixe esfriar e se preferir, leve a geladeira por 40 minutos.
- Depois de totalmente frio, vire o cuscuz com cuidado em uma bandeja ou prato, e decore com filetes de pimentão, rodelas de ovo cozido e pimenta biquinho (opcional). 
- Tempo de preparo: Cerca de 1h:15"
- Rendimento: 6 generosas porções! 

Observações:

- Deixe o alho de molho na água por uns 10 minutos antes de descascar. A casquinha vai soltar mais fácil.
- Prefira sempre cortar o alho ao meio e retirar o miolo (gérmen), pois assim a sua digestão se torna mais fácil.
- Se você for muito sensível a cebola, descasque-as debaixo da água corrente e deixe de molho na água com gelo por 30 minutos antes de picar.
- Retire sempre toda a parte branca do pimentão, isso também torna sua digestão mais fácil.
- Cuide com o sal. Se for usar algum produto em conserva, como nós utilizamos o palmito, a sardinha,e a azeitona, observe que o sal deverá ser bem controlado, pois esses itens já são bem salgados.
- Opte por utilizar a pimenta sempre moída na hora, e no final do preparo. Isso conserva o sabor e evita irritações estomacais em pessoas mais sensíveis.
- Você pode utilizar sardinha, atum, frango, bacon ou nenhuma carne. Isso fica a seu critério e não influencia muito no ponto final do prato, desde que você controle a quantidade de água que irá colocar para adquirir a consistência ideal.
- Esse prato fica mais gostoso no dia seguinte, e por isso é ótimo para quem vive sozinho!! 



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Gostaram do prato e das dicas?
Você pode aprender muito mais acompanhando nossas postagens ou contratando nossos serviços, estaremos sempre dispostos a auxiliar vocês! 

Agora testa lá e conta pra gente como ficou?
Um ótimo feriado e uma excelente divertisidade para todos nós!!!

Abraços!

Em tempo: O livro "Ofélia, o sabor do Brasil" está na minha "wishlist", mas ainda não pude adquiri-lo pois está esgotado!